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segunda-feira, 8 de novembro de 2010
quarta-feira, 25 de março de 2009
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Comunicado
Esta Comissão Politica, eleita há 8 meses, em 5 de Abril de 2008, desenvolveu esforços no sentido de fazer do Partido Socialista de Pinhel, uma plataforma de apoio e de atenção a todos aqueles que se sentem insatisfeitos com o rumo que o Concelho de Pinhel tomou nos últimos anos. O PS em Pinhel colocou diversas questões ao Executivo Municipal, de importância relevante, para as quais não obteve até agora qualquer resposta, numa atitude claramente adversa ao funcionamento de um sistema pluripartidário, na verdade bem conhecida dos Pinhelenses.
Neste fim de ano de 2008 gostaríamos novamente de colocar à consideração dos Pinhelenses outras questões, igualmente relevantes, e para as quais solicitamos alguma reflexão.
Durante os 8 anos de gestão do Capitão Cavalheiro todos reconhecem que a credibilidade, a confiança, a transparência e o rigor, foram as traves mestras da gestão autárquica em Pinhel.
As obras realizadas nesse período são do conhecimento de todos.
Reconheçamos que as realizações foram muitas e de grande importância para o Concelho, mas também sentimos que ainda muito havia para ser feito.
No entanto, o PSD de Pinhel, liderado pelo Eng. Ruas, assumiu-se, há 7 anos atrás, como uma alternativa para o que afirmava ser uma política local errada. Obtendo o apoio eleitoral dos Pinhelenses, que nele confiaram e votaram, António Ruas recebeu dos Pinhelenses a confiança necessária para levar por diante o seu próprio programa. O aconteceu foi que, deu continuidade aos projectos que tinham sido encetados pelo executivo do Partido Socialista e no que diz respeito ao seu programa, verificamos que, em sete anos não o aplicou. Em 2005, António Ruas conseguiu mesmo uma maioria absoluta, que como o próprio nome indica, lhe propiciou o poder e a estabilidade necessários para “concretizar as suas ideias” para o Concelho de Pinhel. Para António Ruas, a oposição é mal intencionada, por isso não tem que a respeitar. Ainda assim, e apesar da estabilidade de que tem vindo a usufruir, António Ruas vai recandidatar-se, fazendo como o próprio disse um “sacrifício pessoal” uma vez mais, para “concretizar as suas ideias” (provavelmente as mesmas, ou seja NENHUMAS). Neste novo “sacrifício” que António Ruas se propõe fazer, não só deve vir a ser avaliado o seu desempenho, como também a conduta que o tem caracterizado ao lidar com a Democracia.
Será que o “sacrifício” não se deve só ao facto de não lhe ter sido deferida a reforma por ele já solicitada?
Vejamos algumas das realidades de Pinhel dos últimos sete anos.
A iluminação natalícia colocada em Pinhel, a última antes das autárquicas, reflecte já uma preocupação eleitoralista, destinada a fazer esconder a falta de iniciativas e de obra.
Pela primeira vez na vida autárquica de Pinhel, a Câmara Municipal foi alvo de buscas por parte da Polícia Judiciária, por suspeita do próprio Presidente elaborar (ou a sua empresa) projectos de obras particulares que, como se sabe, são aprovadas por ele próprio ou por vereador com delegação de competências.
A ROHDE, fábrica que infelizmente encerrou portas no mandato de António Ruas, vendeu as instalações a um particular, quando no concelho se dizia que a câmara tinha interesse nas mesmas. Como foi isso possível? Porque nada fez a câmara para, eventualmente, exercer o direito de preferência na compra? Porque nada faz a câmara para exigir a indemnização a que contratualmente tinha direito?
O Sr. Presidente, em consequência do encerramento da ROHDE prometeu, na rádio e televisão, aos Pinhelenses, que naquelas instalações iriam ser criados 400 ou 500 empregos. Passado este tempo, onde estão esses empregos?
No tempo do PS, a extinta Residência de Estudantes de Pinhel chegou a acolher 60 jovens estudantes carenciados.
Hoje a Residência de estudantes está ocupada com a Empresa Municipal Falcão, que num só ano de actividade gastou cerca de 600 mil euros. Quais os benefícios que daí resultaram para o concelho?
Que tipo de gestão tem esta empresa municipal quando o próprio presidente do conselho de administração, António Ruas, nas assembleias municipais e noutros locais públicos demonstra total desconhecimento do que ali se passa? Será que não se quer comprometer? Quais os critérios seguidos na contratação de pessoal?
Com o dinheiro já “gasto” na empresa municipal, cerca de um milhão de euros, já teriam sido construídas as prometidas piscinas municipais.
António Ruas é directamente responsável pela gestão da Empresa Municipal Falcão, entidade que, depois de um processo de criação extremamente controverso e pouco discutido, levanta muitas dúvidas e suspeitas acerca da sua utilidade, com os milhões de euros já aí gastos, sem qualquer benefício para a população.
O que leva a câmara municipal a ter a sua carpintaria instalada no edifício da antiga cooperativa das frutas? Pois que a mesma é actualmente propriedade da empresa, que executa a quase totalidade das obras da Autarquia. A troco de quê? Paga renda? Foi uma oferta?
As bandeiras da campanha política de há sete e de há três anos continuam por executar. A falta de ambição, o desinteresse demonstrado pelo Concelho, aliados ao silêncio de António Ruas, não pode deixar os cidadãos indiferentes. Será muito grave para o Concelho de Pinhel a manutenção desta apatia reinante.
A Comissão Politica de Pinhel do Partido Socialista deseja a todos, sem excepção, um Santo Natal e um ano de 2009 cheio de saúde e de sucessos profissionais.
No ano de 2009, ano de eleições autárquicas, o Partido Socialista de Pinhel, tudo fará para apresentar uma candidatura de cidadãos conceituados, credíveis e empenhados no desejado desenvolvimento concelhio.
O Concelho de Pinhel merece mais e melhor!
Neste fim de ano de 2008 gostaríamos novamente de colocar à consideração dos Pinhelenses outras questões, igualmente relevantes, e para as quais solicitamos alguma reflexão.
Durante os 8 anos de gestão do Capitão Cavalheiro todos reconhecem que a credibilidade, a confiança, a transparência e o rigor, foram as traves mestras da gestão autárquica em Pinhel.
As obras realizadas nesse período são do conhecimento de todos.
Reconheçamos que as realizações foram muitas e de grande importância para o Concelho, mas também sentimos que ainda muito havia para ser feito.
No entanto, o PSD de Pinhel, liderado pelo Eng. Ruas, assumiu-se, há 7 anos atrás, como uma alternativa para o que afirmava ser uma política local errada. Obtendo o apoio eleitoral dos Pinhelenses, que nele confiaram e votaram, António Ruas recebeu dos Pinhelenses a confiança necessária para levar por diante o seu próprio programa. O aconteceu foi que, deu continuidade aos projectos que tinham sido encetados pelo executivo do Partido Socialista e no que diz respeito ao seu programa, verificamos que, em sete anos não o aplicou. Em 2005, António Ruas conseguiu mesmo uma maioria absoluta, que como o próprio nome indica, lhe propiciou o poder e a estabilidade necessários para “concretizar as suas ideias” para o Concelho de Pinhel. Para António Ruas, a oposição é mal intencionada, por isso não tem que a respeitar. Ainda assim, e apesar da estabilidade de que tem vindo a usufruir, António Ruas vai recandidatar-se, fazendo como o próprio disse um “sacrifício pessoal” uma vez mais, para “concretizar as suas ideias” (provavelmente as mesmas, ou seja NENHUMAS). Neste novo “sacrifício” que António Ruas se propõe fazer, não só deve vir a ser avaliado o seu desempenho, como também a conduta que o tem caracterizado ao lidar com a Democracia.
Será que o “sacrifício” não se deve só ao facto de não lhe ter sido deferida a reforma por ele já solicitada?
Vejamos algumas das realidades de Pinhel dos últimos sete anos.
A iluminação natalícia colocada em Pinhel, a última antes das autárquicas, reflecte já uma preocupação eleitoralista, destinada a fazer esconder a falta de iniciativas e de obra.
Pela primeira vez na vida autárquica de Pinhel, a Câmara Municipal foi alvo de buscas por parte da Polícia Judiciária, por suspeita do próprio Presidente elaborar (ou a sua empresa) projectos de obras particulares que, como se sabe, são aprovadas por ele próprio ou por vereador com delegação de competências.
A ROHDE, fábrica que infelizmente encerrou portas no mandato de António Ruas, vendeu as instalações a um particular, quando no concelho se dizia que a câmara tinha interesse nas mesmas. Como foi isso possível? Porque nada fez a câmara para, eventualmente, exercer o direito de preferência na compra? Porque nada faz a câmara para exigir a indemnização a que contratualmente tinha direito?
O Sr. Presidente, em consequência do encerramento da ROHDE prometeu, na rádio e televisão, aos Pinhelenses, que naquelas instalações iriam ser criados 400 ou 500 empregos. Passado este tempo, onde estão esses empregos?
No tempo do PS, a extinta Residência de Estudantes de Pinhel chegou a acolher 60 jovens estudantes carenciados.
Hoje a Residência de estudantes está ocupada com a Empresa Municipal Falcão, que num só ano de actividade gastou cerca de 600 mil euros. Quais os benefícios que daí resultaram para o concelho?
Que tipo de gestão tem esta empresa municipal quando o próprio presidente do conselho de administração, António Ruas, nas assembleias municipais e noutros locais públicos demonstra total desconhecimento do que ali se passa? Será que não se quer comprometer? Quais os critérios seguidos na contratação de pessoal?
Com o dinheiro já “gasto” na empresa municipal, cerca de um milhão de euros, já teriam sido construídas as prometidas piscinas municipais.
António Ruas é directamente responsável pela gestão da Empresa Municipal Falcão, entidade que, depois de um processo de criação extremamente controverso e pouco discutido, levanta muitas dúvidas e suspeitas acerca da sua utilidade, com os milhões de euros já aí gastos, sem qualquer benefício para a população.
O que leva a câmara municipal a ter a sua carpintaria instalada no edifício da antiga cooperativa das frutas? Pois que a mesma é actualmente propriedade da empresa, que executa a quase totalidade das obras da Autarquia. A troco de quê? Paga renda? Foi uma oferta?
As bandeiras da campanha política de há sete e de há três anos continuam por executar. A falta de ambição, o desinteresse demonstrado pelo Concelho, aliados ao silêncio de António Ruas, não pode deixar os cidadãos indiferentes. Será muito grave para o Concelho de Pinhel a manutenção desta apatia reinante.
A Comissão Politica de Pinhel do Partido Socialista deseja a todos, sem excepção, um Santo Natal e um ano de 2009 cheio de saúde e de sucessos profissionais.
No ano de 2009, ano de eleições autárquicas, o Partido Socialista de Pinhel, tudo fará para apresentar uma candidatura de cidadãos conceituados, credíveis e empenhados no desejado desenvolvimento concelhio.
O Concelho de Pinhel merece mais e melhor!
terça-feira, 28 de outubro de 2008
domingo, 28 de setembro de 2008
Lista de Funcionários EMPRESA MUNICIPAL
Siga este link e visite o site do PS de PINHEL www.pspinhel.com
Siga este link e leia o artigo
http://www.pspinhel.com/index.php?option=com_content&view=article&id=85:empresa-munisipallista&catid=34:noticias&Itemid=73
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quinta-feira, 11 de setembro de 2008
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Está aberto o nosso blog
Coma a intenção clara de se conseguir chegar ao maior número de pessoas e de saber o que pensam, deixamos, a partir deste momento, o nosso blog aberto a criticas, opiniões e sugestões. Queremos que seja um lugar de debate aberto, construtivo, sério e responsável. O facto de não haver moderação de comentários, obriga-nos, por isso mesmo, a estarmos atentos e a, sempre que se justificar, retirar os comentários, logo que não respeitem os mais elementares valores da educação, da liberdade de expressão e da democracia.
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